sexta-feira, 12 de setembro de 2008

estudando

estudando
Estudando confundi sbagliare com dimenticare. Sei lá... errei, esqueci mesmo. Foi um caco de surpresa ver que a tutora não achou o fato nem um pouco estranho. Será que ela também acha que essas palavras são companheiras constantes, numa ou noutra língua? Talvez porque quando se erra é ótimo esquecer, mas quando se esquece é bem mais fácil errar de novo [o que parece a explicação que eu, com minha idade vezes quatro, daria depois de presenciar um tropeço].

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

tão

tão
Tão turvas que ficam nítidas. Engraçado como as coisas são assim.
Pena que todas as conclusões sejam nuvens no dia seguinte.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

espresso

espresso

Espresso. Era o que tomava quando ele sugeriu que pensasse sobre o que é motivo e o que é meio de vida.
Me convenceu: peguei a caixa com as minhas coisinhas e esparramei tudo pelo chão, para começar a classificação. Vi que é impossível separar. Algumas coisas têm cara de razão para carregar a caixa toda mas, se olhar bem, elas não passam de incentivo para aguentar o peso das outras, ou distração mesmo.

umas

umas

Umas vezes falei que comentar ou tentar explicar algumas coisas as destrói por completo. Mas naquela manhã foi difícil demais resistir à tentativa de entender se, quando cantou o "fim", queria dizer "final" ou "finalidade", se o "meio" era "modo" ou "metade".
Não pergunto, nunca vou saber.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

trânsito

trânsito

Trânsito caótico. Se ouve a música nova, poderia ser pior. Rotina terrível. Se tem o bibelô na mesa, melhor assim. Trezentas calorias diárias. Se perdeu cem gramas, poderia ser pior. Fim de mês com seis reais. Se dá para uma pinga, melhor assim.
Desse jeito ela vai. Tudo bem, tudo certo, perfeito e ótimo.
Pobre dessa Pollyana em tempos de Polly Pocket.