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Quase nada parece sensato botar na conta das substâncias, circunstâncias, alianças...
O inferno (e o céu também, se as coisas se separassem assim) é a gente mesmo.
Descanso a tela, pra sintonizar.
Mato-TV, passarinho-TV, gato-TV; horta, silêncio, prosa, maré...
Depois de um passeio pelo abismo, me alimentar.
tormenta pouca. nem atormenta, marujo.
quem é das minhas, respira lá no fundo.
tentei um ménage
ele, eu,
liberdade
Só imagino se caminhadas mansas para lugar nenhum pudessem ser consideradas perda de tempo.
Na possibilidade de remar para o tédio, se os azuis e verdes fossem os mesmos o tempo todo.
Penso... Nem tão só.